
Desisti de saber qual é o Teu nome,
Se tens ou não tens nome que Te demos,
Ou que rosto é que toma, se algum tome,
Teu sopro tão além de quanto vemos.
Desisti de Te amar, por mais que a fome
Do Teu amor nos seja o mais que temos,
E empenhei-me em domar, nem que os não dome,
Meus, por Ti, passionais e vãos extremos.
Chamar-Te amante ou pai... grotesco engano
Que por demais tresanda a gosto humano!
Grotesco engano o dar-te forma! E enfim,
Desisti de Te achar no quer que seja,
De Te dar nome, rosto, culto, ou igreja...
– Tu é que não desistirás de mim!
Fonte: http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaPortuguesa/Modernismo/Jose_Regio_poemas.htm
Se tens ou não tens nome que Te demos,
Ou que rosto é que toma, se algum tome,
Teu sopro tão além de quanto vemos.
Desisti de Te amar, por mais que a fome
Do Teu amor nos seja o mais que temos,
E empenhei-me em domar, nem que os não dome,
Meus, por Ti, passionais e vãos extremos.
Chamar-Te amante ou pai... grotesco engano
Que por demais tresanda a gosto humano!
Grotesco engano o dar-te forma! E enfim,
Desisti de Te achar no quer que seja,
De Te dar nome, rosto, culto, ou igreja...
– Tu é que não desistirás de mim!
Fonte: http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaPortuguesa/Modernismo/Jose_Regio_poemas.htm
oi meninas, o tema do blog de vocês é muito pertinente, e esse compartilhamento de ideias e conhecimento é extremamente relevante, pois contribue efetivamente acrescentando informações acerca dos escritores portugueses... e QUENTAL ANTERAGIR lendo poesia? visite nosso blog.ademais parabens muito bom o blog de vocês.
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